• Sthefane Torres

A vez do artista independente

Dados do Mercado da música que você precisa saber.


Segundo o pesquisador da Midia Research Mark Mulligan

“Estamos entrando potencialmente na era mais transformadora que a indústria fonográfica já viu”.

No mercado americano 90% dos artistas já são independentes e este movimento é crescente na maioria dos países. Grandes artistas como Arcade Fire, Rush, Soundgarden, Arctic Monkeys, Lily Allen, Mallu Magalhães, Calypso e segmentos como o funk, movimentam a indústria musical. Alguns gigantes como Taylor Swift, Rihanna e Jay-Z já se movimentaram para serem os donos dos seus direitos autorais. A tendência é global, considerando que em 2002 somente 28% dos artistas era independentes, hoje já são mais de 90% independentes. (fonte: http://theweek.com/articles/453638/how-indie-artists-came-dominate-music-industry)


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Mas como estes artistas independentes estão aumentando as suas receitas? Segundo a Wintel.org, os artistas que migram para o cenário independente aumentam em média 46% as suas receitas. Este aumento é fortemente impulsionado pelo crescimento do mercado do digital. No mundo, as músicas distribuídas nos canais como YouTube, Spotify, Deezer, iTunes, etc, já movimenta US$ 6.9 bilhões, segundo artigo veiculado na The Week.

E o Brasil? Segundo artigo da Sbacem, 98% da receita de músicas no Brasil já vem do digital e o movimento de artistas independentes já chegou por aqui também. Ao negociarem diretamente com as agregadoras ou distribuidoras, os artistas ficam com um % de seus royalties muito maior do que se estivessem sob a chancela de um grande selo ou gravadora.


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O momento é muito favorável, em maio de 2019 na revista Rolling Stone foi publicada uma matéria dizendo que os artistas independentes estão mudando completamente o cenário da música e as grandes gravadoras como a Universal Music, Sony Music e Warner já estão sentindo os impactos. O artigo intitulado “Os artistas independentes vão gerar mais de US$1 bilhão este ano. Não é de admirar que as grandes gravadoras queiram seus negócios”, atribui o sucesso dos independentes ao streaming e cita um ícone do movimento independente atual, “Chance de Rapper”.


Em seu discurso no grammy em 2017, Chance dedicou os seus 3 prêmios aos artistas independentes:

“This is for every indie artist!”.

Ele se tornou o primeiro artista a ganhar um Grammy sem vender cópias físicas de sua música - ou mesmo vender muitas de suas músicas. O rapper de 23 anos de Chicago construiu uma reputação singular por não ter assinado com nenhum selo ou gravadora e por lançar suas músicas online gratuitamente. (Fonte:

https://www.rollingstone.com/music/music-features/diy-artists-will-earn-more-than-1-billion-this-year-no-wonder-the-major-labels-want-their-)


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Suas três vitórias - melhor artista novo, melhor álbum de rap e melhor performance de rap - nem seriam possíveis se o conselho do Grammy não tivesse relaxado suas regras para permitir a nomeação de álbuns lançados apenas em serviços de streaming como Spotify e Apple Music. A insistência em manter o controle sobre a sua música lembra a atitude do Prince, que quebrou a tradição ao passar anos comprando de volta os seus direitos das gravadoras.


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